Latência tipicamente de dezenas de milissegundos no LTE
Redes LTE (4G) foram projetadas para latência de usuário na ordem de dezenas de milissegundos em condições boas — muito abaixo do segundo. Isso basta para telemetria periódica, alertas e atualização de posição na central, desde que haja cobertura e sinal estável.
Na prática de IoT veicular, o intervalo de envio (heartbeat) costuma ser configurado para equilibrar atualização e consumo de dados/bateria — por exemplo dezenas de segundos entre pacotes em cruzeiro, com burst em eventos críticos.
Onde a rede terrestre falha
Trechos remotos, serra, áreas de sombra e congestionamento de célula cortam o uplink. Sem plano B, a frota “some” do mapa exatamente quando o gestor mais precisa dela.
Enlaces satelitais (incluindo soluções IoT/NTN emergentes e serviços clássicos de messaging) permitem manter comunicação esparsa mas crítica: posição, status e alarmes — o heartbeat que prova que o ativo ainda está sob vigilância.
Central de monitoramento
- Mapas e filas de alerta alimentados por múltiplos caminhos de conectividade.
- Operadores humanos priorizando eventos quando a telemetria sinaliza anomalia.
- Parceiros de infraestrutura (telecom) + plataforma de software para fechar o ciclo ponta a ponta.
Na Sigsat, a narrativa de “cobertura contínua” não é marketing vazio: é desenho de resiliência — celular primeiro, satélite quando a terra some.